A CNN Underscored testou sete dispositivos para dormir e escolheu os Ozlo Sleepbuds como melhor opção geral, os Soundcore Sleep A20 como melhor escolha abaixo de 200 dólares e os Loop Dream como melhores tampões para dormir. Estas soluções destacam‑se pela combinação de conforto e capacidade de atenuar ruído, algo relevante para quem partilha cama com pessoas que roncam, vive em ambientes barulhentos ou tem dificuldade em adormecer.
Os Ozlo Sleepbuds surgem como sucessores espirituais dos antigos Bose Sleepbuds, num projecto liderado por três ex‑funcionários da Bose que adquiriram a marca. Segundo o teste, os buds mantêm um perfil baixo, têm um design plano indicado para quem dorme de lado e vêm com pontas em quatro tamanhos para ajustar o encaixe.
Oferecem dez sons ambiente e permitem também reproduzir áudio do telemóvel; incorporam sensores que passam automaticamente para os sons de mascaramento quando o utilizador adormece e podem tocar alarmes para acordar. Entre as notas menos positivas, o modelo ainda não disponibiliza as funcionalidades de monitorização do sono prometidas e tem um preço significativamente superior ao de alguns concorrentes (por volta dos 350 dólares).
O Soundcore Sleep A20 é apontado como a melhor alternativa para orçamentos abaixo dos 200 dólares. O modelo evoluiu em relação ao A10 com um encaixe mais vedado, maior autonomia — até 14 horas em modo Sleep e 10 horas em modo Bluetooth — e uma aplicação que permite misturar até três sons ambiente. Os A20 incluem várias pontas (sete) e três conjuntos de «ear wings» para obter um selo mais eficaz; a aplicação oferece funções como temporizador e rastreio de sono, embora os testes tenham identificado imprecisões e algumas instabilidades no software. Ainda assim, os A20 destacam‑se pelo preço e pela capacidade de adaptação a diferentes preferências de conforto e ruído.
Para quem só pretende bloquear ruído sem áudio, as Loop Dream foram consideradas os melhores tampões testados: são de espuma com memória, disponíveis em quatro tamanhos, discretos e com boa supressão de som por um custo bem mais baixo do que os auriculares com funcionalidades adicionais. Não têm reprodução de áudio, pelo que não servem para quem quer adormecer com sons ou podcasts.
O método de teste incluiu pelo menos três noites com cada produto, utilização das respetivas aplicações móveis, ligação por Bluetooth, e comparação com ruídos urbanos (os avaliadores tentaram bloquear ruído típico de Nova Iorque). Para medição de sono, usou‑se um Apple Watch sincronizado com o Apple Health e os dados dos dispositivos foram confrontados entre si. Em conclusão, os testes valorizam sobretudo encaixe, isolamento do ruído e autonomia — factores que determinam o impacto imediato destes dispositivos na qualidade do sono de quem enfrenta perturbações noturnas.
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