Executivos da Amazon Pay, WhatsApp, CRED, MobiKwik e Super.money da Flipkart reúnem-se esta quinta-feira com a National Payments Corporation of India (NPCI), entidade que gere o sistema Unified Payments Interface (UPI). O objetivo é contestar o domínio de PhonePe e Google Pay, que controlam cerca de 80% das transações instantâneas na rede UPI.
O domínio que trava a concorrência
Em março, PhonePe e Google Pay processaram 80% dos 22,6 mil milhões de transações na UPI, segundo dados da NPCI. Esta concentração persiste após o adiamento de um limite de quota de 30% por app até final de 2026.
O PhonePe anunciou recentemente ultrapassar 700 milhões de utilizadores registados e 50 milhões de comerciantes, cobrindo mais de 98% dos códigos postais indianos. Rivais como Paytm, Amazon Pay e outros lutam para competir nesta escala.
Preocupações com práticas de mercado
Na agenda da reunião, as empresas levantam questões sobre aquisição de utilizadores, design de produtos e monetização no ecossistema UPI. Propõem restrições ao onboarding de utilizadores pelos líderes, uso de dados de contactos e acesso equitativo a funcionalidades como autopay e mandatos de pagamento.
Pedem ainda incentivos e apoio regulatório para plataformas emergentes ganharem terreno. A NPCI, supervisionada pelo Banco da Reserva da Índia, enfrenta dificuldades em equilibrar concorrência sem perturbar serviços usados por centenas de milhões.
Dica de especialista em pagamentos digitais
Para empresas que operam em mercados regulados como a Índia, monitorize as deliberações da NPCI sobre market share e adapte estratégias de onboarding e product design para cumprir potenciais novas regras de acesso equitativo a dados e funcionalidades UPI, garantindo conformidade proativa.
Fontes
- TechCrunch (reportagem principal sobre a reunião NPCI)
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